Quotidiano

Quotidiano – Dia 57

Mais um sábado em isolamento e aqui estamos nós, diário, para deixar aquela dica super bacana que vai garantir o entretenimento do final de semana. Esta é especial para os cinéfilos de plantão…

No Quotidiano 46, falamos sobre o Festival Varilux em Casa, que já está acontecendo totalmente online, com uma série de curtas e longas franceses lançados recentemente. A dica fez sucesso entre nossos leitores e percebemos que temos entre nós muitos fãs do cinema francês.

Outra dica é o My French Film Festival, agora em sua edição STAY HOME, que disponibiliza online uma seleção de curtas e longas-metragens que fizeram parte do festival nos últimos dez anos.

Para completar a alegria dos amantes do cinema francês, hoje trazemos um especial com alguns longas simplesmente imperdíveis da filmografia desse país, pra você alugar ou ver nos serviços de streaming, enquanto ainda permanecemos isolados na quarentena. #fiqueemcasa

 

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain / Le fabuleux destin d’Amélie Poulain (2001)

A deliciosa comédia romântica de Jean-Pierre Jeunet já é praticamente um clássico do cinema francês. Amélie é uma jovem sonhadora que trabalha em um café de Paris. Um dia, ela encontra uma caixinha dentro de seu apartamento e decide procurar pelo dono, mudando a vida de várias pessoas e, nesse processo, também a sua.

 

 

Intocáveis / Intouchables (2011)

O longa de Éric Toledano e Olivier Nakache se tornou o filme francês mais visto no exterior, superando 23 milhões de espectadores. Conta a emocionante e também (surpreendentemente) divertida história de um aristocrata que, após sofrer um acidente que o deixou quadriplégico, contrata um jovem de origens humildes para ser seu cuidador.

 

 

Piaf – Um Hino ao Amor / La Môme (2007)

O comovente filme de Olivier Dahan, que rendeu a Marion Cotillard o Oscar de melhor atriz, conta a história real da cantora Edith Piaf. Depois de uma infância passada na pobresa, ela foi descoberta cantando em uma esquina aos 19 anos, entrou para o mundo da música e se tornou uma artista de renome internacional. Mas, apesar do sucesso, Piaf teve uma vida conturbada, marcada por uma série de problemas pessoais.

 

 

O Artista / The Artist (2011)

Vencedor de 5 Oscars (inclusive de melhor filme, melhor direção e melhor ator), o longa de Michel Hazanavicius pode intimidar alguns expectadores, à primeira vista: afinal, é um musical, em preto e branco, que conta a história da época do cinema mudo. Mas vale a pena ser visto! No longa, um astro dos filmes mudos sofre para se adaptar à era sonora, na glamourosa Hollywood dos anos 1920, ao mesmo tempo em que se envolve em um relacionamento com uma jovem dançarina.

 

 

Acossado / À Bout de Souffle (1960)

Para quem quer conhecer um pouco de um dos movimentos mais icônicos do cinema francês, a nouvelle vague, o longa de Jean-Luc Godard é um excelente ponto de partida. Vanguarista até os dias de hoje, o filme tem um estilo bem diferente do modo hollywoodiano de fazer cinema: ousado, inesperado, com uma montagem abrupta e não linear. Conta a história de um ladrão que, ao roubar um carro, acaba cometendo um assassinato. Procurado pela polícia, o homem tenta convencer uma estudante de jornalismo a fugir com ele para a Itália.

 

 

Minha Vida de Abobrinha / Ma Vie de Courgette (2016)

E quem disse que não tem filme francês para as crianças? O belíssimo longa de animação conta a história de um menino que, depois de perder sua mãe, é mandado para um orfanato. Convivendo com outras crianças de sua idade, ele começa a aprender o verdadeiro significado da confiança e do amor. O filme aborda de maneira delicada questões como solidão, companheirismo e família.

 

 

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